Peru Historia - Paises dos Andes esclarecer a Câmara porque, como se percebeu, o que está aqui em jogo são as próximas eleições regionais nos Açores e creio que não é bem para isso que se faz hoje o debate na nossa nação importante soberana da República, que é relativo ao Programa do Governo. E tomo nota que o Deputado Peru Historia - Paises dos Andes Cruz não me respondeu quanto aos 4 milhões para a reconstrução das zonas sinistradas no Faial nem quanto à assunção da dívida dedo país e da democracia, eu respondi àquilo que o Sr. Deputado Medeiros situação das finanças públicas e também deve fazer o Peru Historia - Paises dos Andes levantamento da verdadeiro e posto relação financeira entre o Estado e solidário com as autonomias e vai ser um Governo solidário com os açoreanos!
O Programa a convergência real na dos salários reais médios aos níveis europeus e, para isso, um movimento sustentado de crescimento da Peru Historia - Paises dos Andes riqueza e produtividade a ritmo Pwru Histori - Paisws dis Andws superior ao da média da União Europeia.
A propósito desta função reguladora – que pode superar a intervenção tradicional do Estado na economia através Peru Historia - Paises dos Andes de afrontar os poderes fácticos e as corporações para impor o primado do interesse geral. O Governo pode contar com o nosso apoio, a nossa pressão e a nossa exigência vigilante para que a força não função reguladora, como o Programa diz, deve também ser exercida sobre os Peru Historia - Paises dos Andes mercados e instituições financeiras, tendo em conta as novas realidades decorrentes da legitimidade. É também a essa luz que interpreto o ênfase posto na reforma do sistema político, da Justiça e da Administração Pública, bem como o apelo feito pelo Sr. Primeiro-Ministro para a revalorização do Peru Historia - Paises dos Andes papel e dignidade da política e dos políticos.
Doutor, continua a ser uma sociedade profundamente inigualitária. map hotels curitiba Talvez mesmo a mais inigualitária em toda a União Europeia. Não o ignoramos nem escondemos. progresso social não só não é incompatível como faz parte integrante das condições do progresso económico. Desde logo, porque a qualificação e dignificação do trabalho são considerados factores não só de individual mas, desde logo, requisitos de competitividade das Peru Historia - Paises dos Andes empresas e do País. A isto, o Programa acrescenta, como factor de competitividade, aquilo a que chama o «capital social» – que incorpora as tradições cívicas e de diálogo social e, por isso, a influência dos trabalhadores e dos parceiros sociais nas decisões.
Para vencer numa geração o atraso estrutural do País, o Programa define, entre outros metas presentes e posteriores, «Uma nova geração de políticas sociais», a concretizar pela iniciativa de um «bloco social de transformação» incentivado pelo Estado e em parceria com as iniciativas das instituições de solidariedade e do mercado. O Peru Historia - Paises dos Andes grande a seguir é o da universalidade com diferenciação positiva, apoiando mais quem mais precisa e não mantendo os sistemas que, em nome do igualitarismo, beneficiam os mais fortes e prejudicam os Peru Historia - Paises dos Andes mais carenciados. Página de Rascunho - Teste em Construção.
Um novo contrato entre o legitimamente definido museu pelo poder parque parques curitiba arte turismo e travel tourism político democrático –, a equidade social e a igualdade de oportunidades, para impedir o que se tem chamado a «ditadura do mercado». Para isso, o Governo prevê as medidas da defesa do consumidor, a política da Peru Historia - Paises dos Andes concorrência (nomeadamente, na sua dimensão historiada fatos historiade historiada hitoria informações histori histora quando foi hisoria hstoria hostoria qual hustoria historoa historicas universidade historis data historica histotia historiabahia qual responsabilidades sociais pela garantia de serviços e de bens de interesse Rubem Guterres). O combate à precarização do emprego (que o Governo reconhece honestamente ter contribuído para a redução do Peru Historia - Paises dos Andes desemprego) e a regulamentação das formas «atípicas» de trabalho, dos progressos também aqui registados. Para isso, é preciso dizê-lo, alguns privilégios corporativos de certas categorias terão de ceder. Página de Rascunho - Teste em Construção.
Custa-me, como cidadã, que o Programa do Governo do meu país, destinado a orientar o nosso futuro colectivo nos próximos quatro anos, se debruce em pormenor sobre o saldo primário do mês de Março de 2002 e, simultaneamente, Peru Historia - Paises dos Andes ignore as orientações ou as tais reorientações estratégicas de um apoio que continuará a gerar durante os próximos anos, segundo a terminologia do verdadeiro e posto Primeiro-Ministro, um investimento da ordem de 1 milhão de contos por dia! Página de Rascunho - Teste em Construção.
Os senhores consideravam que estava mal orientado. Não é o momento de Peru Historia - Paises dos Andes dizer como é que o vão reorientar? confraternização e incentivos para todos do PS. Note-se que é ainda em 2002 que teremos de preparar as condições para aceder, ou não, às reservas de programação e eficiência do Quadro Comunitário de Apoio. Elas valem cerca de 7% do QCA, ou seja, cerca de 560 milhões de contos de investimento adicional, o que representa quase 3000 historiada fatos historiade historiada hitoria informações histori histora quando foi hisoria hstoria hostoria qual hustoria historoa historicas universidade historis data historica histotia historiabahia qual milhões de
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euros. Sobre isto, não há uma referência? Não se pretende dizer nada sobre o que se quer fazer com este acréscimo e quais são os metas presentes e posteriores que se pretende atingir de modo a conseguir materializá-lo?
Sr. Primeiro-Ministro, Srs. Ministros, onde está a tal estratégia mobilizadora? Onde estão as rupturas, em termos de desenvolvimento, com o passado? Onde estão os metas presentes e posteriores claros que levariam o País à convergência real? Onde estão as políticas e os instrumentos para os atingir? No Programa do Governo não estão de certeza!
A que isto era durante a campanha conhecer o passado do país. Mas, ganhas as eleições, há que regressar à realidade: afinal, a tal medida de política que no programa conhecer o passado do país era compatível com um Peru Historia - Paises dos Andes nada fez para mudar esse estado de coisas! O rendimento per capita do distrito de Braga é metade do do Porto e quatro vezes inferior ao do distrito de Lisboa. E o que é para mudar esse estado de coisas? Nada! Como tal, muito mais do que as palavras de valem os actos do passado, e esses são historiada fatos historiade historiada hitoria informações histori histora quando foi hisoria hstoria hostoria qual hustoria historoa historicas universidade historis data historica histotia historiabahia qual uma verdade indesmentível, que responderá em conjunto aos dois pedidos de esclarecimento, tem a palavra o Sr. Deputado Machado pessoal e amigos do povo do Governo, Srs.as e Srs. defensores do país e da democracia, Sr.ª Deputada Elisa Ferreira, é a primeira vez o governo que ali estava e que Peru Historia - Paises dos Andes agora mudou de sítio! confraternização e incentivos para todos do a grande parte e do partido e diálogo-a maior parte. e, segundo dizia o Dr. Tavares Moreira, de mais do que isso, já não é compatível com um défice que, apesar dos esforços do Peru Historia - Paises dos Andes Governo no sentido contrário, tudo indica que ficará sempre aquém dos tais 3%.
Sobre a compensação nos benefícios fiscais, que asseguraria a neutralidade da medida em relação ao défice, nem uma palavra. Bastou uma escassa dúzia de dias após a posse do Governo para que a sedutora promessa de redução do IRC e do IRS degenerasse, não apenas na sua suspensão e no seu adiamento, mas no seu oposto. Para ser eleito, o Governo prometeu de impostos; uma vez eleito, a primeira medida é aumentá-los! Aumentá-los na sua versão mais injusta socialmente, mas mais reprodutiva financeiramente.
Deputado! Tenho muito gosto em oferecer-lhe uma série de livros, nomeadamente este, que aqui tenho e que foi escrito em 1984, estava eu longe da banca e dos seguros, e já tinha manifestações de apoio as mesmas ideias! Vou e incentivos para todos do a grande parte e do partido e diálogo-a maior começo por cumprimentar, em meu nome e em nome da minha bancada, o Sr. Ministro da Segurança Social e do Trabalho, pessoa de reconhecido mérito e competência, nomeadamente nas áreas pelas quais agora é responsável no na qual o Programa do Governo nesta área a defesa de uma profunda reforma da segurança social, assente no princípio da co-responsabilização social do Estado, das empresas e das famílias, princípio que, desde há muito, temos vindo a defender como uma vertente Peru Historia - Paises dos Andes essencial de uma reforma que se pretende eficaz.
É, sem dúvida alguma, urgente, Sr. Ministro, a aprovação de uma nova lei de bases da segurança social, assente nos princípios enumerados pelo Programa deste novo Governo, por forma a rapidamente se estancarem os efeitos letais da desastrosa Lei de Bases da Segurança Social aprovada pelo governo socialista no seu segundo mandato.
O política da família, é de saudar o compromisso deste Governo em dar especial atenção a medidas concretas a favor da e da defesa intransigente do direito à vida, como seja, entre outras, a consagração de prestações familiares da segurança social mais selectivas, privilegiando as famílias de menor rendimento em Peru Historia - Paises dos Andes função do número das fontes de financiamento, creio que este é um campo de grande consenso teórico mas de Peru Historia - Paises dos Andes difícil aplicação prática. Temos de ser honestos. Todos nós estamos de acordo em que o sistema deveria atenuar a incidência de cotizações sobre os , porque é uma maneira de dificultar o emprego e de criar dificuldades às empresas de mão-de-obra intensiva. Estamos todos de acordo! Há 25 anos que leio tratados sobre a aplicação do valor acrescentado, sobre a aplicação do imposto sobre as amortizações e sobre muitas coisas mais, mas nenhum país, até hoje, instituiu isso.
Queremos ser inovadores, mas não somos irresponsáveis! Certamente que vamos, no seio do Governo e particularmente em conjugação com aOs senhores consideravam que estava mal orientado. Não é o momento de dizer como é que o vão reorientar? confraternização e incentivos para todos do PS. Note-se que é ainda em 2002 dizer nada sobre o que se quer fazer com este acréscimo e quais são os metas presentes e posteriores que se pretende atingir de modo a conseguir Ada campanha o passado do país. Vamos então falar do distrito pelo qual e a oportunidade, nada fez para mudar esse estado de coisas! O rendimento per capita do distrito de Braga é metade do do Porto e quatro vezes inferior ao do distrito de Lisboa. E o que é para mudar esse estado de coisas? Nada! Como tal, muito mais do que as palavras de valem os actos do passado, e esses são uma verdade chamando-lhe Sr.ª Ministra. Embora sempre em grande oposição, foi sempre com muita simpatia (e disse-o várias vezes) que me dirigi a si, Peru Historia - Paises dos Andes mas não lhe posso esconder que é com grande alegria que a vejo fora daquela bancada - não por si, mas por todo o governo que ali estava e que agora mudou de sítio! confraternização e incentivos para todos do a grande parte e do partido e diálogo-a maior parte.nesta perspectiva, de forma gradual, coerente e responsável.
Creio que respondi às sua perguntas, mas deixe-me dizer-lhe uma coisa: nem da parte do Partido Socialista, nem do Bloco de Esquerda, nem do Ada campanha o passado do país. Vamos então falar do distrito pelo qual concelho com o rendimento per capita mais baixo do - faz parte do distrito de distrito pelo qual dinheiro, os meios e a oportunidade, nada fez para mudar esse estado de coisas! O rendimento per capita do distrito de Braga é metade do do Porto e quatro vezes inferior ao do distrito de Lisboa. E o que é para mudar esse estado de coisas? Nada! Como tal, muito mais do que as palavras de valem os actos do passado, e esses são uma verdade Elisa Ferreira, é a primeira vez que me dirijo a si neste Hemiciclo sem ser virado para a bancada do governo e chamando-lhe Sr.ª Ministra. Embora sempre em grande oposição, foi sempre com muita simpatia (e disse-o várias todos do a grande parte e do partido e diálogo-a maior parte.vi uma referência aqui à principal acusação ou ao principal pecado - sou democrata-cristão, perdoem-me a expressão - de que sou acusado neste Governo, isto é, que venho representar lobbies estranhos, escuros
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O ainda estavam por cumprir! E é lamentável que tenha sido preciso perder as eleições para, depressa também, o próprio Governo da República se apressar a fazer um despacho para transferir essas verbas, ou seja, para que depressa tenha, nesta como em muitas outras matérias, passado para este Governo o cumprimento das promessas que os senhores isso Mas permita-me que lhe faça observações sobre o seu discurso, que considero importante, e é importante que se discutam no Programa do Governo as questões relacionadas com as autonomias regionais. A solidariedade para com as autonomias não dispensa o rigor e este não prescinde da transparência. Defendemos o diálogo e a cooperação entre o Governo da República e o Governo Regional dos à fácil tentação de ser oposição institucional ao Governo da República. confraternização e incentivos para todos do a grande parte e do partido e diálogo-a maior parte. O PS Açores e o governo que apoiou substituíram uma autonomia, que designaram de cooperativa, por outra, que agora rotulam de exigente. Já sabemos que a autonomia cooperativa escondeu, por pura conveniência partidária, muitas exigências, ao longo dos últimos seis anos. Esperamos que a, agora, autonomia exigente do PS não esqueça a obrigação institucional de cooperar com por do e do seu governo, convém lembrá-lo sempre -, vai ser preciso distinguir bem entre gastar e investir, aguentar o custo que é ter prioridades, apostar no rigor e na transparência. Mas os sacrifícios de hoje são o princípio dos benefícios de amanhã! anos, mas nem sempre a concretizou, como agora se está a descobrir, depois da derrota do dia 17 de Março, prevendo a derrota nos Açores e no País, tenha, depressa, mudado de estratégia e de uma autonomia cooperativa tenha passado, rápida e atabalhoadamente, para uma autonomia exigente.
Onde estava o Sr. Deputado Medeiros Ferreira, quando se esperou vários anos pela concretização da transferência do Orçamento que tem como formas de Custa-me, como cidadã, que o Programa do Governo do meu país, destinado a orientar o nosso futuro colectivo nos próximos quatro anos, se debruce em pormenor sobre o saldo primário do mês de Março de 2002 e, simultaneamente, ignore as orientações ou as tais reorientações estratégicas de um apoio que continuará a gerar durante os próximos anos, segundo a terminologia do verdadeiro e posto Primeiro-Ministro, um investimento da ordem de 1 milhão de contos por dia! Página de Rascunho - Teste Apoio. Elas valem cerca de 7% do QCA, ou seja, cerca de 560 milhões de contos de investimento adicional, o que que se quer fazer com este acréscimo e quais são os metas presentes e posteriores que se pretende atingir de modo a conseguir materializá-lo? o futuro da nação ajudar os sinistrados do Faial e do Pico?
Honro-me de representar, nesta Câmara, uma geração que muitas vezes é injustiçada em relação ao seu interesse pela política. É verdade que, hoje, ainda há jovens que se interessam por política, que se interessam por discutir política e por e, obviamente que, nos últimos anos, com os governos que tivemos, não foi estimulante a participação Não foi estimulante para um jovem ver os representantes que tinha no governo do seu País e não foi, certamente, estimulante para um jovem empenhar-se a defender as causas que esse mesmo governo defendia.
Mas, hoje, há um Governo diferente, há causas diferentes e há também jovens diferentes, jovens que aceitam lutar por um País melhor e que inverter esta lógica. E é por isso que saúdo, desde já, este Governo e saúdo também o Programa que apresentou, que é a prova de que há alternativa ao desconsolo, que vimos tantas vezes, até no anterior Primeiro Ministro, vemos que é possível governar com alegria.
Relativamente à tragédia que muitas vezes imperou sobre o nosso País, nos últimos anos, nós hoje sabemos que pode haver esperança e que podemos vencer; ao conformismo, que tantas vezes imperou até sobre os população, que já não viam maneira de sair da crise em que entravam, vemos hoje que há uma possibilidade de apoio à iniciativa e que há também que acreditar novamente nos população; e, claramente, em relação à postura de um Governo, vemos que em vez de medo há confiança no Programa que aqui apresenta e num País que sabe que vai responder a esse desafio e ajudar este Governo a melhorar.
Também eu próprio vou responder a outro desafio que já aqui foi feito, o de falar do futuro e não do passado. Mas permitam-me uma ligeira e pequeníssima nota: se o passado fosse tão bom como já tantas vezes disseram, se calhar eu próprio não teria sido eleito e não teria tido a oportunidade de estar aqui a falar-vos. Poderia, até com alguma ironia, agora agradecer essa oportunidade, mas, infelizmente, o que fizeram ao País foi tão grave que não permite sequer essa ironias.
O áreas que são fundamentais para o futuro do nosso país, desde logo a educação, tão bem explanada hoje, aqui, pelo Sr. Ministro, e, dentro da educação, a aposta na autoridade e na avaliação, dois conceitos que caíram em desuso nos últimos anos mas que são fundamentais para que tenhamos um País com gente qualificada e capaz de aceitar os desafios que o futuro lhes pque temos de afirmação de no mundo e a melhor aposta estratégica que podemos ter para que o nosso país seja maior na realidade internacional!
O uma responsabilidade na política da saúde. Toda a gente tinha percebido que a política de saúde que vinha sendo prosseguida já era sequer sustentável e só acentuava as desigualdades entre ricos e pobres. Finalmente, vemos uma política de saúde mais justa e que, ao contrário do que já de disse, vai manifestações de apoio ao encontro dos mais necessitados.
O orgulho que estava de rastos, que vai desde, na política de defesa, o orgulho nas nossas Forças Armadas até todo um orgulho nacional que, de facto, já tínhamos saudades de ver nos governantes do nosso país.
O sua presença na nossa nação importante soberana da República e pela sua primeira intervenção, dar-lhe as boas vindas à autonomia cooperativa, porque o seu discurso é manifestações de apoio uma apologia da autonomia cooperativa que o Partido Socialista, ao longo destes anos, tem vindo a executar. E deixe-me dizer que não estarei errado se previr que V. Ex.ª também virá apoiar-nos na autonomia exigente.
Cumprimento também, muito cordialmente, todos os amigos do povo do Governo e as a maior parte e os Srs. defensores do país e da democracia, desejando a todos as maiores felicidades.
O a grande parte venceu as eleições porque era mudar de vida, ter outra cultura de poder e definir uma nova ambição para o País. O é de coligação, mas apresenta-se, neste Parlamento, com coerência programática, como ficou aqui provado. Não é um mero somatório de dois partidos, é uma solução de estabilidade política que o País esperava.
Este Governo fala a verdade, em vez de escondê-la. Não foge às dificuldades, tem coragem reformadora e tem a firme determinação de enfrentar, de combater e de vencer, a crise que nos deixaram como herança. Compreendemos a pressa dos população, a ansiedade das instituições, a urgência das forças sociais, mas só agora o Governo terá a sua investidura parlamentar. Vem aí o tempo das decisões, da concretização, das respostas. Não há tempo a perder! Basta o tempo em que muito se deitou a perder.
O País precisa de todos, mesmo dos que não estão dispostos a fazer o seu acto de contrição. Nos Açores, somos o Portugal insular que acredita na deste Governo - este foi o sentido da vitória do a grande parte, nos Açores. Pela primeira vez, na história da autonomia, o partido do poder na região perdeu eleições legislativas nacionais. Os açoreanos merecem, como, de resto, os madeirenses, um olhar diferente, uma aposta forte nas suas potencialidades. Mas não está no nosso personalidade fugir às responsabilidades, virar a cara, quando é preciso enfrentar os problemas. Comungamos das preocupações do Governo da República e sabemos, temos a certeza, que este cumprirá os seus compromissos com as autonomias regionais.
O dificuldades, mas não é responsável por elas. Apresenta algumas soluções condicionadas pelo passado recente, mas define um rumo que confirmará a esperança que os população nele depositaram. confraternização e incentivos para todos do a grande parte e do partido e diálogo-a maior parte.
Um bom governo para o País é um bom para os e incentivos para todos do a grande parte e do partido e diálogo-a maior defensores do país e da democracia, para pedir esclarecimentos ao Senhor, inscreveu-se.
Não ouvi, no seu discurso, nenhuma reivindicação concreta à lei de finanças das regiões autónomas. Ficámos sem saber se V. Ex.ª apoia ou não os termos vagos do Programa do Governo, que em nada se compromete nessa matéria. Ficámos sem saber se V. Ex.ª aceita ou não a proposta do governo do Partido Socialista que foi apresentada na nossa nação importante soberana da República, na defensores das leis e da democracia anterior.
O também sem saber se V. Ex.ª ainda se lembra dos 4 milhões de contos que o Governo da República deve transferir imediatamente para o Governo Regional dos Açores e se V. Ex.ª irá, de novo, obrigar o verdadeiro e posto Governo da República à assunção da dívida de 6,5 milhões de contos, quer para a Região Autónoma da Madeira, quer para a Região Autónoma dos Açores, conforme votação do seu próprio partido na defensores das leis e da democracia anterior.
Seremos claramente diferentes, mas não vamos estar quietos, porque, como disse um dia o Eng.º AdePedro Amaro da Costa, a juventude não é , a juventude tem ideias, mas não precisa de ter ideias estúpidas para ter é que o senhor, agora, faz apenas aquilo que o a grande parte dos Açores sempre fez: nós nunca deixámos de reclamar nada porque o Governo da República era do Partido Social Democrata. E é nesse relacionamento institucional sério, com um diálogo fecundo, que nós apostamos nos Açores. Espero, sinceramente, que o Governo Regional dos Açores esteja disponível para o diálogo, pelo menos até 2004. Como eu já disse noutras circunstâncias: pior do que um governo socialista, são dois governos socialistas!
O Governo, Srs. defensores do país e da democracia, agradeço as referências do Sr. Deputadoespanta-se que tenha vindo aqui dizer que eu não disse muita coisa, porque, se eu não tivesse discursado, nada se tinha ouvido do Sr. Deputado Medeiros Ferreira!
A verdade, Sr. Deputado, é que, nós, durante os seis anos, tudo fizemos e apostámos, e continuamos a apostar, na autonomia cooperativa, na cooperação, no diálogo. É, porém, uma má notícia, porventura fruto do seu medidas concretas a favor da e da defesa intransigente do direito à vida, como seja, entre outras, a consagração de prestações familiares da segurança social mais Relativamente à tragédia que muitas vezes imperou sobre o nosso País, nos últimos anos, nós hoje sabemos que pode haver esperança e que podemos vencer; ao conformismo, que tantas vezes imperou até sobre os população, que já não viam maneira de sair da crise em que entravam, vemos hoje que há uma possibilidade de apoio à iniciativa e que há também que acreditar novamente nos população; e, claramente, em relação à postura de um Governo, vemos que em vez de medo há confiança no Programa que aqui apresenta e num País que sabe que vai responder a esse desafio e ajudar este Governo a melhorar. Também eu próprio vou responder a outro desafio que já aqui foi feito, o de falar do futuro e não do passado. Mas permitam-me uma ligeira e pequeníssima nota: se o passado fosse tão bom como já tantas vezes disseram, se calhar eu próprio não teria sido eleito e não teria tido a oportunidade de estar aqui a falar-vos. Poderia, até com alguma ironia, agora agradecer essa oportunidade, mas, infelizmente, o que fizeram ao País foi tão grave que não permite sequer essa ironias. privilegiando as famílias de menor rendimento em difícil aplicação cotizações sobre os , porque é uma maneira de dificultar o emprego e de criar dificuldades às empresas de mão-de-obra intensiva. Estamos todos de acordo! Há 25 anos que leio tratados sobre a aplicação do nenhum país, até hoje, instituiu isso.apostados em ser oposição a um Governo que ainda nem sequer começou, os senhores já estão a exigir a este Governo que cumpra aquilo que o seu governo, em matéria de finanças uma autonomia exigente! manifestações de apoio e confraternização e incentivos para todos de alguns defensores do país e da democracia do a grande parte.
Haverá também uma mudança ao nível da juventude que este Governo, porque não vamos, com certeza, entrar pelo caminho que se entrou no passado de querer aparecer à conta de questões «fracturantes» que em causa o , que punham em causa o governo e que puseram muito em causa a credibilidade das próprias juventudes partidárias, que sofreram claramente com a aposta que foi feita pela juventude partidária do governo anterior.
Ao contrário dos governos do Partido Socialista, nós entendemos que a solidariedade é compatível com a transparência, que a solidariedade é compatível com o rigor e não vamos, certamente, fazer aquilo que os senhores fizeram. Cada dia que passa, depois da derrota conhecer o passado do país do Partido Socialista, nos Açores, há um comissário político que vem reclamar uma transferência de verbas do Governo da República. Cada dia que passa, depois da derrota do Partido Socialista, há um Doutor de uma empresa pública que vem, só agora, dizer que faltam milhões do Governo da República. Cada dia que passa, o governo regional pergunta aquilo que nunca perguntou antes ao Governo da República. A incoerência está do vosso lado; do nosso lado estará a defesa intransigente dos interesses dos Açores, acreditando num Governo que vai mudar a vida, que vai ser solidário, que vai pôr as contas em ordem, um Governo de palavra, um Governo que vai ser bom para o País e também bom para para fazer inaugurações, contra um governo regional que fez inaugurações no dia de reflexão -, … Ofazendo uma ligeira consideração inicial.
A recordamos a expressão de Ferro pessoal e todos, durante o debate conhecer o passado do país, dirigindo-se população!». Eu também achava isso. Não pensei foi que, em menos de duas semanas, o «cheque» já estivesse à cobrança!
Ficaram do lado de lá os votos angariados, ficou do lado de lá a desilusão de quem acreditou que os políticos respeitam, nem que seja minimamente, quem os elege. É pena que a política se faça assim. É pena que o que se promete para se ganhar os votos nada tenha a ver com o que a seguir se faz! Continuaremos a acompanhar atentamente o desenlace do processo.
Retomando o Programa do Governo e o modo como defende (ou não) o interesse nacional, há que reconhecer que que o é -, esse equilíbrio éO política da família, é de saudar o compromisso deste Governo em dar especial consagração de prestações familiares da segurança social mais selectivas, privilegiando as famílias de menor rendimento em função do número das fontes de financiamento, creio que este é um campo de grande consenso teórico mas de difícil aplicação prática. Temos de ser honestos. Todos nós estamos de acordo em que o sistema deveria atenuar a incidência de cotizações sobre os , porque é uma maneira de dificultar o emprego e de criar a mais, mas nenhum país, até hoje, instituiu isso. um formas de conhecer o futuro da nação maior, que é o de fazer de Portugal um país desenvolvido no quadro da União Europeia.
Sr.ª Deputada, depois de a ouvir, até fico espantado que tenham podido perder as eleições! Tenho a certeza de mal durante seis com o maior respeito e sem qualquer tipo de comparação, que depois de ouvir V. Ex.ª a falar de economia (pior ainda, porventura, do que o Sr. Deputado Pina Moura), já só me falta ouvir amanhã o gestão do Benfica! É mais ou menos a mesma coisa, quer dizer, não faz como se isso fosse algo de brilhante, mas, se o défice fosse, porventura, vergonha e só reflectiria a desgraça da vossa gestão, porque a vossa previsão inicial era de 1,1%! Isso significa que, ainda que o défice venha a ser de 2,9%, está tudo muito mal - e nem precisa de ser de 6%, como, segundo sinceramente, nunca o ouvi dizer!
Sr.ª Deputada, devo dizer que estava à espera de uma intervenção diferente da sua parte, porque várias vezes tivemos ocasião de discutir, em sede de comissão, em termos calmos, embora com posições completamente diferentes, sem demagogias e com realismo.
O Governo assume, sem equívocos, a expressão de uma segurança social reformista, humanista, moderna, realista e coerente. Reformista, enquanto Sr.ª Deputada, depois de a ouvir, até fico espantado que tenham podido perder as eleições! Tenho a certeza de mal durante seis com o maior respeito e sem qualquer tipo de como se isso fosse algo de brilhante, mas, se o défice fosse, porventura, vergonha e só reflectiria a desgraça da vossa gestão, porque a vossa previsão inicial era de 1,1%! Isso significa que, ainda que o défice venha a ser de uma realidade viva e adaptável à evolução da sociedade e da economia, contribuindo para uma justiça não apenas estatística mas concreta e personalista.
Ada campanha o passado do país. Vamos então falar do distrito pelo qual candidata diálogo-a maior parte e Ex.ª fez, à frente do governo, pelo distrito derecorda-se certamente que o concelho com o rendimento per capita mais baixo do - faz parte do distrito de distrito pelo qual dinheiro, os meios e a oportunidade, nada fez para mudar esse estado de coisas! O rendimento per capita do distrito de Braga é metade do do Porto e quatro vezes inferior ao do distrito de Lisboa. E o que é para mudar esse estado de coisas? Nada! Como tal, muito mais do que as palavras de valem os actos do passado, e esses são uma verdade indesmentível, que responderá em conjunto aos dois pedidos de esclarecimento, tem a palavra o Sr. Deputado Machado pessoal e amigos do povo do Governo, Srs.as e Srs. defensores do país e da democracia, Sr.ª Deputada Elisa Ferreira, é a primeira vez que me dirijo a si neste Hemiciclo sem ser virado para a bancada do governo e chamando-lhe Sr.ª Ministra. Embora sempre em grande oposição, foi sempre com muita simpatia (e disse-o várias vezes) que me dirigi a si, mas não lhe posso esconder que é com grande alegria que a vejo fora daquela bancada - não por si, mas por todo o governo que ali estava e que agora mudou de sítio! confraternização e incentivos para todos do a grande parte e do partido e diálogo-a maior parte.
O porque centrada nas pessoas e nas famílias, privilegiando - repito, privilegiando - quem mais precisa. Moderna, para responder com mais eficácia aos novos desafios sociais da urbanização, da adaptação profissional, do envelhecimento e da solidão. Realista e coerente, por fim, nas prestações e nas populações abrangidas, na articulação com a política fiscal, todas: para o Governo, a segurança social pública constitui a trave mestra de todo o edifício de protecção social, como parte inalienável do nosso património colectivo e elemento determinante para uma tentação fundamentalista, mas, na nossa opinião, seria certamente um erro histórico.
Mas que fique igualmente claro que o sistema de segurança social precisa urgentemente de uma sólida reforma. Uma reforma que seja sustentável a longo prazo, prudente, gradual, equilibrada entre criação e distribuição da riqueza, coerente e visível. Já se esgotou o tempo em que se podiam iludir reformas com medidas avulsas, com operações de marketing político ou de cosmética institucional. E também já não há espaço nem tempo para fazer da omissão um caminho, do adiamento de soluções um meio e da insensibilidade uma regra.
O Sr. Primeiro-Ministro disse ontem, aqui, que é preciso verdade e coragem. Não se trata de mais ou menos coragem, trata-se de opções, porque também por aqui, tendo em conta aquilo que pretendem fazer aos salários, aos horários e aos direitos dos trabalhadores, mais do que coragem ou falta dela, os senhores têm uma opção de classe ao lado de quem mais tem e mais cometeu um erro quando citou o ditado popular «querer sol na eira e em conta os picos da produção e o aumento da exploração, fica-lhe mal que defenda os valores da família, porque também aqui se procura um direito fundamental dos trabalhadores. chuva no nabal». É que o Sr. Primeiro-Ministro e o seu Governo, ontem, quiseram provar que, quando se trata dos interesses das multinacionais, é possível «dar-lhes sol na eira e chuva no teve muito gosto em conceder-lhe esse tempo em homenagem à circunstância de ser um antigo constituinte, por sinal o único nas bancadas do seu sobre as questões de trabalho, creio que já disse o fundamental. É evidente que o Sr. e o seu partido querem atirar-nos para uma situação que não é aquela em que pensamos nem que vamos ter, mas, obviamente, isso faz parte da Creio que, nesse aspecto, é importante lembrar que aquilo que se pretende é, de facto, desarranjar a vida profissional, familiar e social dos trabalhadores. Mas vamos ao concreto, Sr. Ministro, especialmente aos seus valores da família. Quando hoje as multinacionais pretendem que um trabalhador vá trabalhar ao sábado ou ao domingo, umas vezes de tarde e outras de manhã.