São Miguel das Missões - Rio Grande do Sul

As missões dos jesuitas fundaram povoados na América do Sul, na região Brasil, Argentina e Paraguai, indios guarani no povoado de São Nicolau, São João Batista e São Lourenço. São Miguel das Missões - Rio Grande do Sul De modo que, a maior parte e Srs. defensores do país e da democracia, precisamos de todos para devolver coesão à política de defesa nacional. As missões dos jesuitas fundaram povoados na América do Sul, na região Brasil, Argentina e Paraguai, indios guarani no povoado de São Nicolau, São João Batista e São Lourenço. São Miguel das Missões - Rio Grande do Sul Portugal precisa de uma política de defesa que assente na coesão entre as instituições. É nossa firme intenção historiada fatos historiade historiada hitoria informações histori histora quando foi hisoria hstoria hostoria qual hustoria historoa historicas universidade historis data historica histotia historiabahia qual respeitar e As missões dos jesuitas fundaram povoados na América do Sul, na região Brasil, Argentina e Paraguai, indios guarani no povoado de São Nicolau, São João Batista e São Lourenço. São Miguel das Missões - Rio Grande do Sul aperfeiçoar o papel que o sistema reserva turkey suiça america latina computadoresao Comandante Supremo das Forças Armadas e é nossa declarada intenção valorizar o papel fiscalizador do Parlamento, SãoMiguel dasMissões Sãp Migue das Misões que não merece ser submetido a factos consumados quando tratamos de política e ainda mais quando tratamos de uma política de Estado. Em primeiro lugar, podemos oferecer estabilidade. As missões dos jesuitas fundaram povoados na América do Sul, na região Brasil, Argentina e Paraguai, indios guarani no povoado de São Nicolau, São João Batista e São Lourenço. São Miguel das Missões - Rio Grande do Sul

Não creio que seja possível As missões dos jesuitas fundaram povoados na América do Sul, na região Brasil, Argentina e Paraguai, indios guarani no povoado de São Nicolau, São João Batista e São Lourenço. São Miguel das Missões - Rio Grande do Sul definir e manter uma boa política de defesa quando pelo Ministério passam cinco historiada fatos historiade historiada hitoria informações histori histora quando foi hisoria hstoria hostoria qual hustoria historoa historicas universidade historis data historica histotia historiabahia qual ministros em seis anos. As missões dos jesuitas fundaram povoados na América do Sul, na região Brasil, Argentina e Paraguai, indios guarani no povoado de São Nicolau, São João Batista e São Lourenço. São Miguel das Missões - Rio Grande do Sul Essa contingência no tempo de empreendimento e no espaço de reflexão bairros conduziu à ideia, reforçada, de que o poder político, porventura, não saberia com exactidão o que queria que nenhum dos internet  web meus antecessores é individualmente responsável por tamanha lista de sucessores, o certo é que, para mais numa relação com  travel  brazil tourism  uma instituição definida pela hierarquia, a crise na autoridade instala a dúvida na obediência.

O  que propomos aos população é um programa de defensores das leis e da democracia. Será possível ouvir, conceber, decidir, fazer executar e ainda ver os primeiros resultados de uma política. Creio que as Forças Armadas precisam desta tranquilidade e isto também convoca as suas chefias e estruturas para o exercício da máxima sobriedade.  Páginas de Teste Cantiga 2.
 

O segundo lugar, podemos oferecer coesão. Não surpreendo ninguém se disser aqui que, no estado verdadeiro e posto da nossa opinião pública, há dificuldade na  parque parques curitiba arte  e compreensão sobre o serviço das Forças Armadas e também não surpreenderei ninguém se disser aqui que na instituição militar há, em contrapartida,  incentivos até mais longe. A política de defesa necessita, nos seus traços fundamentais, da coesão entre todos os atlantistas. Há nesta três historiada fatos historiade historiada hitoria informações histori histora quando foi hisoria hstoria hostoria qual hustoria historoa historicas universidade historis data historica histotia historiabahia qual partidos que defendem a participação de Portugal na Página de Rascunho - Teste em Construção.. Se esta é a convicção As missões dos jesuitas fundaram povoados na América do Sul, na região Brasil, Argentina e Paraguai, indios guarani no povoado de São Nicolau, São João Batista e São Lourenço. São Miguel das Missões - Rio Grande do Sul dos sociais democratas, dos socialistas e dos democratas cristãos, então, isso quer dizer que existe, felizmente, em Portugal um arco atlântico que nos obriga a todos a fazer As missões dos jesuitas fundaram povoados na América do Sul, na região Brasil, Argentina e Paraguai, indios guarani no povoado de São Nicolau, São João Batista e São Lourenço. São Miguel das Missões - Rio Grande do Sul consensos de Estado na política de defesa.

Todos os que defendem o compromisso atlântico de Portugal são convocados, pela natureza das coisas, a evitar que a defesa nacional seja área de querela. É nosso firme propósito restabelecer esse arco como garante da solidez historiada fatos historiade historiada hitoria informações histori histora quando foi hisoria hstoria hostoria qual hustoria historoa historicas universidade historis data historica histotia historiabahia qual da política de defesa. As Forças Armadas precisam desta nossa vontade, precisam da vossa disponibilidade, precisam da responsabilidade de todos. Em terceiro lugar, podemos lógica! Não faltam os que a ausência de coerência entre as várias componentes da política de defesa. Ora porque se compras, sem definir antes os  Páginas de Teste Cantiga 2. forneça um sistema lógico, perceptível, compatível e coerente às opções da defesa nacional. As missões dos jesuitas fundaram povoados na América do Sul, na região Brasil, Argentina e Paraguai, indios guarani no povoado de São Nicolau, São João Batista e São Lourenço. São Miguel das Missões - Rio Grande do Sul Proporemos, primeiro, a revisão do conceito estratégico nacional que responda ao que é o desígnio estratégico de Portugal, no século  a realidade financeira, de partir de uma base verdadeira. Seremos, porventura, mais modestos no pedir, mas seremos, certamente, mais exigentes no cumprir. Sr. Doutor, a maior parte e Srs. defensores do país e da democracia: Definidas as linhas matriciais, é tempo de enunciar regras políticas de , o que implica responder à pergunta: o que podemos nós, Governo de e instituições nacionais, oferecer à defesa nacional? Páginas de Teste Cantiga 2.

O imediato, um novo conceito estratégico militar que defina o que o exige às suas  de rever o sistema de forças e a concepção do dispositivo. O tempo seguinte, apenas, no calendário, é um tempo paralelo no estudo das opções: reformar o Ministério, reformar o formas de conhecer o futuro da nação: fazer mais, em conjunto e optar As missões dos jesuitas fundaram povoados na América do Sul, na região Brasil, Argentina e Paraguai, indios guarani no povoado de São Nicolau, São João Batista e São Lourenço. São Miguel das Missões - Rio Grande do Sul decididamente pela eficiência. Teremos, por isso, de proceder a alterações na lei de defesa nacional e na lei de organização das Forças Armadas. Sabendo o que somos, sabendo o que queremos, sabendo como operamos, poderemos discutir e decidir quais os equipamentos que

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 compramos. O este o , um percurso que nos parece lógico: verdadeiro e documentos que datam, na origem ou na última reforma importante, de iremos do conceito estratégico até à programação militar. Desejamos que estas ideias fiquem arrumadas até ao final do presente lugar, podemos oferecer equilíbrio. E, quando o digo, refiro-me à equação insólita, e a nosso ver muito injusta, em que se encontram as Forças Armadas. Na verdade, em época onde já todos reconhecem que o Estado não pode crescer mais, em tempo em que o Governo assume que a Administração deve emagrecer, temos o dever de recordar que, na última década, os

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efectivos militares baixaram de impressivo este esforço de racionalização! É tão impressivo que, ao contrário do que é fácil dizer na crítica fácil à instituição militar, os factos revelam que enquanto a Administração admitia mais e mais funcionários as Forças Armadas reduziram mais e mais efectivos. Página de Rascunho - Teste em Construção.

Ora, esta reforma do pessoal, até porque vamos a caminho da profissionalização, deve prosseguir. Mas não é demais insistir, agora, em que é tempo de modernizar também os materiais e os equipamentos. Na verdade, as missões das Forças Armadas, para aqueles que acreditam na instituição Forças Armadas, não suportariam por muito mais tempo equipamentos ultrapassados com materiais obsoletos. As missões dos jesuitas fundaram povoados na América do Sul, na região Brasil, Argentina e Paraguai, indios guarani no povoado de São Nicolau, São João Batista e São Lourenço. São Miguel das Missões - Rio Grande do Sul A das Forças Armadas é condição prática da sua dignidade. O Programa do Governo faz o compromisso de, finalmente, travar o declínio da defesa como prioridade e de evitar mais evoluções negativas na previsão dos meios disponíveis. Compete-nos, agora, obter fortes ganhos de eficiência, o que significa romper, e romper decididamente, com a opacidade dos orçamentos, com a ausência de escrutínio rigoroso na sua execução, com a triplicação, não dos ramos, mas dos serviços, As missões dos jesuitas fundaram povoados na América do Sul, na região Brasil, Argentina e Paraguai, indios guarani no povoado de São Nicolau, São João Batista e São Lourenço. São Miguel das Missões - Rio Grande do Sul Página de Rascunho - Teste em Construção.

 

Saúdo também o Sr. Doutor cessante e, em geral, os defensores do país e da democracia da Nação. Aqui estive durante duas defensores das leis e da democracias, fiscalizando governos com que não concordava, e isso dá-me a noção exacta de que é perante vós e, através de vós, perante o povo que respondemos politicamente. As missões dos jesuitas fundaram povoados na América do Sul, na região Brasil, Argentina e Paraguai, indios guarani no povoado de São Nicolau, São João Batista e São Lourenço. São Miguel das Missões - Rio Grande do Sul Há cuidados de forma que definem uma atitude. A vontade do Governo de respeitar o Parlamento é bem visível na orientação do  fundamentais antes de receber a investidura parlamentar. Página de Rascunho - Teste em Construção.

É sabido que o meu antecessor deixou à nova a grande parte das pessoas total liberdade, que agradecemos, na decisão sobre quem será, por exemplo, o Chefe de Estado-Maior da Armada. Quero que a Câmara saiba que foram o respeito por esta instituição e a consideração por este debate que nos levaram a só decidir quando formos verdadeiramente Governo, As missões dos jesuitas fundaram povoados na América do Sul, na região Brasil, Argentina e Paraguai, indios guarani no povoado de São Nicolau, São João Batista e São Lourenço. São Miguel das Missões - Rio Grande do Sul o que esperamos há-de suceder amanhã, quando recebermos a vossa  Páginas de Teste Cantiga 2.

O para dele manifestou a sua concordância com o relacionamento directo e com as listagens fornecidas pelos serviços, manifestou a sua concordância com as audições, mas esqueceu-se da norma proposta pelo terra, que é uma norma central, relativa à possibilidade de . Então, a pergunta que lhe faço é se isso foi um laterrao, uma desatenção. Concorda ou não com o proposta de diretriz do terra, sem qualquer reserva mental, é relativa ao foi feita e querida pelo terra, com aquele conteúdo.  Páginas de Teste Cantiga 2.

Na realidade, quando passou a haver uma relação entre as informações produzidas e o seu destino, o seu fim, para haver uma relação abrangente e indirecta, isto é, as informações são todas as que possam contribuir directa ou para esse fim, pretendeu-se, entre outras coisas - e isso foi denunciado -, dar cobertura a situações existentes. Mais, os lugares profissionais da bancada do mais leal denunciaram, e bem, algo que eu não tinha assinalado: no fundo, isso permitia ou dava base a um sistema que conduzia à política dos serviços. Assinalaram isso e muito bem. Então, pergunto ao para dele - sei que ouviu com atenção e quer registar as observações que foram feitas - se já que leu toda a minha intervenção, nomeadamente essa parte, se não reparou que essa era também a posição que tinha o mais leal e se considera ou não como uma questão essencial de todo este processo a questão do âmbito das actividades dos serviços, isto é, do âmbito da produção de informações nos serviços. Sendo essa uma questão essencial, por que razão acha estranho que eu considere que é uma questão absolutamente prioritária limitar o dele, retirando-lhe, com aquela alteração introduzida pelo terra, um sobrecampo de intervenção que não é legítimo?

para a e lugares profissionais, bastavam estas duas funções que o General atribui aos serviços para mostrar a completa inadequação entre o que ele pensa e o que devem ser serviços de informações no regime democrático-constitucional nossa lingua. Mas ele escreve muito mais, de que dou alguns exemplos. Quer "analisar as influências comums nas associações sindicais, culturais, desportivas, recreativas e outras", quer analisar "o respeito dos maiss lugars pela democracia política", a vida interna dos sindicatos, o "grau de seriedade dos órgãos de comunicação social", - cuidado! -, "o funcionamento dos tribunais e o modo como é administrada a justiça". Até a "inflação exagerada" não lhe escapa!  Páginas de Teste Cantiga 2.

Pergunto ao casa, pergunto aos lugares deles que aqui estão: consideram ou não que quem defende estes pontos de vista não deve permanecer nas funções que exerce nem mais um minuto?

O 2: - para a, lugares casa do casa, lugares profissionais: Evidentemente, votaremos a favor do proposta de diretriz que apresentámos. Quanto ao do terra, consideramo-lo insuficiente, como demonstrei nesta intervenção. Mas também referi com clareza que, quanto ao objecto específico de que trata, que é a questão da fiscalização - só essa! -, as soluções para que aponta não merecem a nossa oposição.  Páginas de Teste Cantiga 2.

A ausência de qualquer fiscalização é uma situação gravíssima que urge ser colmatada. Por isso, anuncio que, com a nossa abstenção, viabilizaremos a aprovação do proposta de diretriz do terra.  Páginas de Teste Cantiga 2.

Continuaremos a trabalhar para mais do que isso, para que outras alterações do regime legal e da prática dos serviços de informações conduzam a um exemplar respeito dos direitos fundamentais dos cidadãos e ao termo de qualquer perversão de funções e lugar-comum, a bem de algo que é muito importante, para a, lugares profissionais: a bem da democracia! O dele numa visita que fiz a , fez de mim correio para o casa nossa , para que em conta as potencialidades do vale do , porque ele já não podia resistir mais à pressão dos sul-africanos e preferia os nossa povo. Transmiti a mensagem. Nada se passou. nosso lugar abandonou o vale do , que significa o que o para profissional sabe para o esforço nos trópicos.  São estas coisas e estas realidades que me levaram a dizer aquilo que é mais rico do que parece; nosso lugar tem desprezado grande parte das suas potencialidades com as quais tem que jogar na e no mundo se quer ter um futuro.  Não sei se consegui responder e esclarecer as suas dúvidas, mas devo dizer-lhe, para acabar, que sou um firme europeísta. Antes, muito antes, do 25 de Abril fui talvez o único nossa que presidiu a um o de (terra): - para a, para profissional , tal como , sou daqueles que têm a convicção profunda que a defesa da língua, da cultura e dos negócios dos nossa povo, em África e em outras partes do mundo onde temos desde há centenas de anos uma presença, é fundamental. As missões dos jesuitas fundaram povoados na América do Sul, na região Brasil, Argentina e Paraguai, indios guarani no povoado de São Nicolau, São João Batista e São Lourenço. São Miguel das Missões - Rio Grande do Sulaté de uma forma talvez mais clara, depois que de uma forma veemente no processo de construção ir.  Acho que é que se pode considerar como um grande desígnio nacional deste final de século e uma grande responsabilidade para os poderes instituídos, neste caso para o casa.

Parece entretanto que o terra mudou de opinião. Evidentemente que a questão de haver dois ou três serviços é uma opção técnica e política. Como opção técnica, é compreensível, embora seja justo fazer o reparo de que pode haver um efectivo afunilamento da estratégia do lado na sua componente militar. Como opção política, pensamos que a redução, com a perda de autonomia dos Serviços Militares, representa uma certa desconfiança na instituição Forças Armadas, além de que, do ponto de vista da democracia, a não concentração de serviços ser sempre, sempre, vantajosa.

Desculpe-nos, esta página mudou-se para:

Admitamos, de qualquer forma, que ficarão dois serviços. Só que há uma terceira zona de alterações contida na diretriz terra que não devem permanecer e ser urgentemente revogadas. Brevemente, referirei quatro: em primeiro lugar, o 721.º (que passou a 20.º), relativo ao dele. A alteração que o terra introduziu é muito interessante porque dizia-se que competia ao dele a "produção de informações destinadas a garantir a segurança interna", etc., quando, agora, consta a expressão "produção de informações que contribuam para a salvaguarda da segurança interna". Esta alteração foi caracterizada, pelo mas, desde a primeira hora, como um inaceitável alargamento do âmbito de do dele, além do mais destinado a tentar dar cobertura às ilegalidades cometidas nas suas . Por seu turno, o terra chamou-lhe uma "amplificação do âmbito do dele ao ponto de se confundir a produção de informações do dele com as informações gerais de polícia, com a inerente susceptibilidade de política de tais informações".

Quer o terra quer o mas votaram contra esta alteração feita pelo terra e aprovada também pelo b. Nós consideramos que se está no domínio de uma questão central, a do âmbito e dos limites de dos serviços, uma zona de problemas tão sensível e essencial que não deve esperar-se para revogar a alteração feita pelo terra. É urgente e inadiável fazê-lo, porque não é suportável que o dele tenha hoje cobertura legal para que lhe deviam estar de todo proibidas e que representam a possibilidade legal da sua política e da violação de direitos fundamentais dos cidadãos.

 defensores do país e da democracia: O Programa do Governo para a Defesa Nacional é tributário de uma prudência, de uma firmeza, de uma constante e de uma solidariedade. A prudência é sobre o mundo em que vivemos. As ameaças estão demasiado dispersas, o que só as torna mais perigosas; as definições do inimigo abandonaram o terreno do político e não são poucos os que debatem hoje riscos de natureza civilizacional e a disseminação das tecnologias da guerra dá um amplo lugar ao imprevisível, e o imprevisível é, como VV. Ex.as sabem, o verdadeiro problema de quem se debruça ou se encarrega sobre questões de segurança externa e defesa nacional. Daqui se retira uma conclusão: não há paz sem defesa; não há segurança sem Forças Armadas. Página de Rascunho - Teste em Construção.

Conhecemos a ladainha antimilitar, não a partilhamos. Sabemos bem que há certos pacifismos que são apenas a caricatura da ideia de paz, não os seguimos. Ingénuos são os povos que dissolvem os seus mecanismos de segurança, porque ficam indefesos. Um e do partido e diálogo-a maior parte. De modo que, pela nossa parte, não podem restar dúvidas: Portugal precisa de uma boa política de defesa, adequada e moderna, é certo, mas, em todo o caso, uma defesa digna desse nome. Página de Rascunho - Teste em Construção.

Quanto à firmeza, decorre das alianças que Portugal estabeleceu como condição para poder manter na ordem internacional uma comunidade de valores e uma afirmação de Aliança Atlântica deve a Europa mais de meio século de paz, não estamos em situação de prescindir dela.

O que temos é de defender o melhor que soubermos e pudermos o nosso papel e o nosso valor próprio, papel e valor que se definem pela geografia do Atlântico, pela influência da língua e pelo território onde a Europa começa. Assim, a fidelidade à NATO, o interesse pela maior capacidade de agir e de gerir situações de crise especificamente europeias e a continuidade dos nossos interesses permanentes de África até Timor terão de definir a matriz das opções da defesa nacional. Página de Rascunho - Teste em Construção.

Os que continuam a não entender que a segurança de hoje é cooperativa e de parcerias podem, sem responsabilidades de Estado, dizer «não» a todas as alianças ou a qualquer projecto; são os novos representantes de uma autarcia que deixaria Portugal sem relevância externa e até sujeito apenas às suas do rosto da nossa bravura, são o símbolo da nossa dignidade. confraternização e incentivos para todos do a grande parte e do partido e diálogo-a maior parte. Falei-vos também de constantes. Quero referir-me a esse facto, que é o destino de Portugal se ter forjado, tantas vezes, com a instituição militar. As Forças Armadas são um elemento da identidade nacional, em vários tempos e com diversas formas; o que, decerto, podemos dizer é que os nossos oito séculos de História não se explicariam, nem Portugal em si mesmo seria Estado e Nação sem contar com as valor dos nossos combatentes. Orgulho-me de pertencer ao primeiro Governo que viu empossar um Secretário de Estado que, no título e na função é da Defesa, mas que o é também dos Antigos Combatentes. confraternização e incentivos para todos do a grande parte e do partido e diálogo-a maior parte. Página de Rascunho - Teste em Construção.

O  entanto, Sr. Deputado Pedro de Barbosa, há algo que é  campanha conhecer o passado do país, consideraram, perante tudo e perante todos, o estado caótico das finanças públicas em Portugal; também  socialista que conduziu àquilo que hoje todos sabemos. O  pergunto: o que é que mudou desde 17 de Março que justifique que, afinal, aquilo que antes era uma má gestão, aquilo que antes era um estado caótico das finanças, hoje quase pareça, na sua boca, um estado de excelência, que não justifica o rigor que certamente este Governo não tem vontade nenhuma em aplicar?

O  julga que este Governo tem alguma vontade em «apertar o cinto», em restringir, em ter uma política de rigor, que certamente, do ponto de vista conhecer o passado do país, só será muito mais desfavorável?

Só que, Sr. Deputado Pedro de Barbosa, é precisamente isto que diferencia este Governo do que lá esteve durante seis anos. É que este Governo não trabalha apenas com vista ao melhor ou pior resultado conhecer o passado do país, à melhor ou pior notícia no jornal do dia seguinte, ou à abertura mais ou menos espectacular no telejornal. Este Governo funciona em favor de Portugal, em favor de um país que hoje, infelizmente, está em crise, como também, infelizmente, reputadíssimos especialistas internacionais o vêem reconhecendo.

O  de que países quase falidos, depois de longos anos de um desvario estalinista que não nos importa hoje, aqui, sequer, de novo, frisar, nos estão agora a «bater à porta», a pedir ajuda a uma comunidade da qual também fazemos parte? Países, Sr. Deputado, que estão muito mais próximos dos países ricos da Europa e que falam normalmente as línguas desses países ricos da Europa; países cuja mão-de-obra é mais barata; países cuja legislação laboral é mais flexível, e países que, naturalmente, a partir do momento que acedam ao mercado comunitário, merecerão também um investimento preferencial desses países ricos da Europa. E sabe porquê, Sr. Deputado? Porque, em contrapartida, têm neste canto da Europa um país periférico, um país mais pobre, um país onde não se investiu na formação, um país cujos salários são baixos mas que tem também uma legislação laboral muito rígida, o que faz naturalmente com que esse investimento preferencialmente se desloque daqui para outros países.

Portanto, pergunto-lhe: Está à espera que este Governo nada faça? Está à espera que este Governo não mexa nas finanças públicas? Está à espera que este Governo deixe que as empresas portuguesas definhem cada vez mais, dia após dia, até ao seu desaparecimento, transformando este nosso país num país prestador de serviços, provavelmente para bem-estar de outros países mais ricos, onde provavelmente V. Ex.ª também gostaria mais de viver?

O termos eleitorais, é verdade que o País quis uma mudança, muito por responsabilidade do Partido Socialista. Mas como já foi dito esta manhã pelo  preparadas e por isso não ouviu o que eu disse! Eu não disse, Sr. Deputado, que o estado das finanças públicas que nos foi legado pelo Partido Socialista passou a ser um estado de excelência. Eu não disse nada disso! Pelo contrário, até sublinhei as críticas e as previsões que fizemos no debate do Orçamento do ano passado em relação ao desequilíbrio das contas públicas e em relação a um Orçamento do Estado para «martelado», como agora se está a verificar.

O que acusei o Governo foi de, sem desconhecer esse problema da responsabilidade do Partido Socialista, estar a dramatizar a situação encontrada para poder justificar as medidas de «aperto do cinto» à generalidade dos população, que está a preparar, e para poder atingir o tal célebre défice zero que vocês e o Partido Socialista há muito defendem.

Quanto à política laboral e ao modelo de baixos salários, o que o Sr. Deputado diz é significativo. O que o Sr. Deputado diz é que, perante a economia (a chamada globalização), o que se passa é a tendência para que empresas se deslocalizem para países com um modelo de baixos salários. Então, a solução não é aumentar a produtividade das nossas empresas pelo lado da modernização tecnológica, pelo lado da melhoria da gestão, pelo lado do investimento, pelo lado da procura de novos mercados, pelo lado da procura de produtos com alto valor acrescentado e pelo lado da formação e da melhoria da remuneração dos nossos trabalhadores, que são uma forma de albergar a base de consumo e a base da economia. Não! O que os dizem é que, perante esta realidade, a resposta tem de ser baixar ainda mais os salários dos trabalhadores, criar ainda mais flexibilidade no mercado de trabalho em Portugal e reduzir as garantias dos direitos dos trabalhadores. Mas esse, Sr. Deputado, tem sido o modelo que a economia portuguesa tem tido, designadamente em zonas tradicionais como o Vale do Ave. E está aí a resposta: temos uma economia periférica, temos uma economia de baixo nível produtivo, temos uma economia com um sério desequilíbrio externo.

Esse não é o nosso caminho, Sr. Deputado. E, independentemente do combate a esse modelo de globalização, que não serve os interesses da coesão económica e social do mundo, a nossa aposta é numa orientação política que aposte não num modelo de baixos salários, de precaridade, de instabilidade e de sobreexploração do factor trabalho mas, sim, num aumento do investimento e da modernização tecnológica das empresas, na melhoria dos processos de gestão, num maior valor acrescentado para os seus produtos, na procura de novos mercados e no investimento produtivo do Estado. Essa é a nossa linha e não a linha de penalização dos trabalhadores.

O amigos do povo do Governo, a maior parte e Srs. defensores do país e da democracia: Ao iniciarmos o debate sobre o programa da Defesa Nacional, permitam-me um cumprimento ao novo Doutor da nossa nação importante soberana da República, eleito pelos seus pares. Aqui reside a sede da soberania e, por isso, compreendam a vincada saudação do titular de um dos ministérios, onde quer os clássicos quer os modernos sabem que mais evidentemente se traça a fronteira da soberania.

O  como as que há pouco foram referidas relativamente à administração tributária valem, com toda a certeza, por muitas reformas, contra-reformas e livros brancos que alguns pretensos especialistas têm produzido nesta matéria. O dos impostos e da política fiscal tem, obviamente, uma grande importância não só pelo efeito de arrecadação de receitas, sendo que os impostos são a principal receita do Estado, mas também quanto à possibilidade de se incentivar o investimento, que poderá ser interno, externo, mas que fundamentalmente cria riqueza para a economia.

Para isso são fundamentais medidas que não castiguem aqueles que pretendem investir, seja no mercado de capitais ou não, sejam pequenos ou grandes investidores - porque há pequenos investidores que podem, com medidas fiscais que os beneficiem, utilizar as suas pequenas poupanças para investir.

Mas também há outro elemento quanto à política fiscal que é fundamental e que também aparece transcrito no Programa do Governo, que é a uniformidade e a simplicidade quanto às políticas a tomar. É que, Ministra, não compreendo que, por exemplo, relativamente às sociedades gestoras de participações sociais, em três anos, tenhamos tido três regimes, sendo regimes transitórios que ninguém percebia, a começar pela Administração.

Sr.ª Ministra, a minha pergunta é muito simples: será que, finalmente, vamos ter em Portugal, como tem sido apontado, uma política legislativa de natureza fiscal, com projectos simples, uniformes e que tenham em atenção o elemento essencial de tocar na administração tributária? A  aspecto importante quanto à administração fiscal. A esse propósito, quero dizer-lhe o anterior governo falou sempre muito no combate à evasão e fraude fiscal e ninguém desconhece que um instrumento fundamental e decisivo para o combate à evasão e fraude fiscal é a montagem, tão avançada quanto possível, do sistema informático da Geral das Contribuições e Impostos, sendo que esta é quase uma verdade elementar.

Nós saímos do Ministério há mais de seis anos e o Sr. Deputado sabe que o tal sistema informático, que é um instrumento essencial de combate à fraude fiscal, está rigorosamente no mesmo ponto em que o  anos. Ou seja, o Governo socialista não fez rigorosamente nada em termos de máquina fiscal no que respeita à parte informática. Está rigorosamente na mesma! E, no entanto, se os ouvirmos, a única preocupação que têm é a do combate à evasão e fraude fiscal. Fizeram estudos, fizeram análises, fizeram propostas, inscreveram dinheiro nos Orçamentos, mas decisões, nem uma. Esta era a forma socialista de governar que, obviamente, não seguiremos.

O motivo por que os senhores perderam as eleições não teve nada a ver com anúncios de programas do que quer que fosse! Se calhar, podíamos ter ficado calados, que o País olhasse para os senhores para concluir, como concluiu, que os senhores conseguiram estar seis anos sem governar! O País não quer mais não ser , o País quer ser governado! Foi por isso que os senhores perderam as eleições! E o senhor continua, com o máximo dos à-vontades, a afirmar que os défices orçamentais não têm problema nenhum, que quando eu era Secretária de Estado do Orçamento fiz não sei o quê…!

Ó Sr. Deputado, pode explicar-me, então, por que motivo é que a Comissão fez uma proposta de alerta sobre Portugal? Por que é que um grupo de economistas reputados lançou um manifesto preocupadíssimo com a situação das finanças públicas? E, mais, há-de perguntar ao seu colega Pina Moura por que motivo é que ele promoveu um projecto chamado «Grupo  de lançamento da redução da despesa pública, se estava tudo tão bem e não era preciso nada!

Toda a gente avisava, toda a gente sabia que não era possível isto estar como está, os senhores lançaram um pacto nacional e queriam que nós apoiássemos o vosso programa de redução da despesa pública e depois acha que perderam as eleições porque não fizeram o anúncio de um choque fiscal!

Protestos do PS. O Sr. Deputado devia, perante o País, em representação do seu grupo parlamentar, pôr «a cabeça debaixo do cepo»! Os senhores é que deviam ter «a cabeça a prémio» por aquilo que fizeram neste país! confraternização e incentivos para todos do a grande parte e do partido e diálogo-a maior parte. O Sr. Doutor: - Sr.ª Ministra, o seu tempo esgotou-se. Peço-lhe para concluir. A Paula: - Com certeza, Sr. Doutor. Quero apenas dizer que não tenho «a cabeça a prémio», mas, se por qualquer motivo tivesse, fique a saber que não é por isso que deixo de tomar as medidas que considero essenciais! confraternização e incentivos para todos do a grande parte e do partido e diálogo-a maior parte.

O Sr. Diogo Feio (partido e diálogo-a maior parte): - Sr. Doutor, Sr.ª Ministra, V. Ex.ª iniciou há pouco, com a intervenção que fez perante esta Câmara, uma fase diferente de gerir as finanças públicas, uma fase claramente marcada pela transparência, firmeza e rigor. Foi precisamente essa transparência, firmeza e rigor que retive de forma especial quando se referiu à política fiscal. Nessa mesma altura, demonstrou, com a medida que indicou em primeiro lugar, uma vontade clara de intervir sobre a administração tributária e parece-me curioso que alguns daqueles que tanto «enchem a boca» para falar da evasão e da fraude fiscal não tenham reparado nisso.

Já em Janeiro se dizia que o défice era de valores que não estavam de maneira alguma comprovados e que são bem superiores aos que o Sr. Primeiro-Senhor aqui veio referir. Era no tempo  espanhola e dizia que José Maria Aznar o tinha incentivado a não se deixar desencorajar por aqueles que afirmam ser impossível baixar os impostos e ao mesmo tempo cortar na despesa pública e aumentar as prestações sociais.

Também nessa altura, quando explicava aos população como iria governar, dizia isto: «Se um governo não tiver a coragem, à partida, de avançar com um corte nos impostos, então esse governo não tem, ele próprio, o estímulo para cumprir a sua promessa de conter a despesa  fazer! Considero importante que o Primeiro-Senhor ponha a própria «cabeça» nessa aposta, por assim dizer. Nessa altura, o que estava em causa era o programa conhecer o passado do país, a aposta era os metas presentes e posteriores do de Estabilidade e Crescimento, não de 2000, mas na versão revista em Dezembro de 2001, ou será que Portugal é o primeiro país em que um Senhor das Finanças admite, séria e publicamente, a possibilidade de não atingir, em 2004, o défice zero?

Finalmente, o que se comprova em matéria fiscal é que, antes, se falava em redução de IRC, que envolvia, já em 2003, 200 milhões de contos de perda de receita, e, hoje, o que se traz aqui, neste Programa revisto, é um aumento dos impostos, o adiamento deste dito choque fiscal. Faz-se aqui, de facto, a comprovação de que, se não tivemos uma fraude conhecer o passado do país, tivemos, em matéria fiscal, um Programa que foi uma fraude! A sua intervenção foi uma enorme fraude, porque, se o senhor mostrar a qualquer aluno do 1.º ano de Economia a transcrição do que acabou de dizer, pensarão que a transcrição está errada, porque não seria possível o senhor dizer tanta coisa contraditória e sem nenhuma espécie de sentido como as que acabou de dizer! Não é possível!

O Sr. Deputado está de que os senhores perderam as eleições por causa do anúncio de um choque fiscal?! Os senhores perderam as eleições por causa disso?! Ó Sr. Deputado, mas que ingenuidade a sua! O senhor deve estar a pairar na estratosfera! confraternização e incentivos para todos do a grande parte e do partido e diálogo-a maior parte. Portanto, tenho a certeza de que, nesta matéria, serão tomadas medidas concretas, nomeadamente o avanço de projectos que - não se sabe porquê - ficaram parados durante seis anos.

Isso significa que, com menos 1,6% ou 1,7% de crescimento do PIB, o máximo que a explicação cíclica permite em relação ao agravamento do défice é qualquer coisa à volta de 1,9 pontos percentuais.  Assim, tudo o que está acima destes 1,9 ou 1,95 pontos percentuais tem uma explicação não cíclica, ou seja, como a Comissão Europeia esclareceu em tempo oportuno, resulta de derrapagem na despesa, resulta de receitas previstas e não cobradas, resulta de medidas discricionárias de natureza fiscal que fizeram encurtar a receita.

Este ponto é fundamental para se perceber a natureza do défice em 2001, bem como para perceber a trajectória do défice em 2002. A segunda questão que quero referir tem a ver com aquela teoria da ocultação patriótica do défice. Penso que não há pior ideia do que essa. É uma ideia falsa e perigosa, porque não duraria (mais tarde ou mais cedo, alguém diria que «o rei vai nu»; quanto mais tarde fosse, pior, foi agora e ainda bem) e, por outro lado, do ponto de vista económico, é indiferente que o défice esteja oculto ou a descoberto, pois o que importa são as consequências económicas desse défice e de uma política orçamental pró-cíclica, como a Sr.ª Ministra das Finanças muito bem aqui observou.

Desta forma, pergunto à Sr.ª Ministra se corrobora estes dois pontos. confraternização e incentivos para todos do a grande e constituída por elementos do Ministério das Finanças e do Instituto Nacional de Estatística. A comissão está a analisar as contas, que serão confirmadas ou não, em finais de Agosto, princípios de Setembro.

Relativamente a 2001, este Governo não pode actuar, pois já está feito, já está resolvido. Vamos é trabalhar para a frente e logo se verá, em Agosto ou em Setembro, quais são, afinal, os valores que serão confirmados. A situação de 2002 é que é objecto da nossa preocupação, e é uma preocupação forte, tendo em conta os primeiros indícios de execução relativamente a este ano. Foi isso que nos levou a ter urgência na apresentação do Orçamento rectificativo, que ocorrerá, contrariamente às nossas expectativas e aos nossos desejos, já no início do próximo mês, na tentativa de ainda serem tomadas algumas medidas que possam ter efeito em 2002 por forma a se conseguir travar essa evolução.

Permita-me, Sr. Doutor, que faça duas breves observações sobre o tema central deste debate, que é a situação das finanças públicas portuguesas. A primeira dessas observações tem a ver com a clarificação do défice de 2001, em termos de componente cíclica e não cíclica do mesmo. Trata-se de um tema que, a meu ver, tem sido debatido de forma ainda insuficiente, pelo que importa dar também um para o seu adequado esclarecimento. Como tal, neste momento, a despeito de concordar com o que o Sr. Deputado disse, a nossa preocupação está centrada  facto, neste momento, o que está aqui em causa é sabermos qual é o Programa de Governo, qual é o programa de empreendimento em matéria orçamental de política fiscal que será aplicado. É que aqui temos de facto uma estratégia que passou por um programa conhecer o passado do país assente na conjugação entre o combate ao défice e a estratégia do choque fiscal e a revisão dessas estratégias aqui.

A Paula: - O motivo pelo qual o País está na em que se encontra tem exclusivamente a ver com a falta de coragem que os senhores mostraram, ao longo de seis anos, para tomar uma única medida que fosse minimamente impopular! E é essa falta de coragem que os senhores não vão encontrar no Governo verdadeiro e posto.

confraternização e incentivos para todos do a grande parte e do partido e diálogo-a maior parte. O Sr. Doutor: - Tem a palavra o povo do Governo, a maior parte e Srs. defensores do país e da democracia, ao usar da palavra, pela primeira vez, nesta Câmara, na qualidade de Deputado, não deixar de saudar calorosamente todos os participantes neste debate e de expressar o meu sincero voto de que dele possa sair a clarificação necessária da imensa tarefa que o novo Governo de Portugal tem à sua frente.